sexta-feira, julho 25

hemlock grove e a capacidade de tentar dentro do mesmo - com algumas inovação


da série "séries".

hemlock grove é um bom seriado. pelo menos na primeira temporada. não me surpreendeu fodasticamente, mas também não foi uma perda de tempo. é um seriado de fantasia e suspense que está no meio termo entre a saga crepúsculo e o drácula. tem uma mistura boa de ciência e folclore, e, no elenco, o destaque é para famke janssen - mais famosa como a jean grey / fênix negra dos x-men no cinema.

a história já começa com o assassinato de uma moça que foi destroçada por alguma criatura ou algum ser humano capaz de virar uma criatura. ela desperta o interesse investigativo em dois jovens: um ricaço com poder de influenciar pessoas pelo olhar e um outro, um cigano, capaz de se transformar em lobo - não seria ele o assassino?

foram treze episódios nesta primeira temporada. o conflito quem-será-que-matou? é resolvido no penúltimo e satisfaz pelo inesperado. mas o final é o melhor episódio, pois além de fechar muito bem a história [no que precisava de fechamento urgente], ele deixa três ou quatro dúvidas que dariam muito bem um enredo forte - e talvez melhor que o inicial - para uma segunda temporada. há uma chance boa para reduzir o sobrenatural da série [deixando isso em segundo plano, sem eliminar] e focar na ciência, pois a família rica e poderosa do godfrey tem um instituto [caminhando para o centro da história] onde são feitos alguns testes estranhos.

em hemlock grove - disponível no netflix - pode ser que toda essa coisa de fantasia canse, mesmo porque já temos true blood e once upon a time. mas enquanto isso não ocorrer, vou seguir a série.

ah, curiosidade: no filme tem a lili taylor, que fez a mãe da família que era assombrada em invocação do mal.  uma super atriz que poderia ganhar outros bons papéis.

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