segunda-feira, junho 30

o homem duplicado ou a condição da pergunta inteligente


da série "livros que dariam um bom filme".

me lembro quando lost, o seriado, acabou e as pessoas ficaram furiosas com aquele final. anos depois, mais precisamente em 2014, os roteiristas barra produtores barra não lembro disseram que a coisa toda got lost e não deu tempo barra condição barra não tem explicação para fechar todos os enredos.

faço parte do time chato de poucas pessoas que gostaram muito das seis temporadas. isso porque acredito que as perguntas são mais importantes que as respostas. no caso de lost, ele não tem a mesma graça hoje que tinha quando estava em exibição. as teorias, as entrevistas enigmáticas dos atores, a ansiedade generalizada da população nerd mundial eram elementos que faziam aquilo tudo valer a pena.

se você discorda, talvez não deva sair de cada para ver o homem duplicado, filme que está em cartaz e adapta a história publicada pelo saramago em 2002. a produção e a atuação de jake gyllenhaal são as melhores razões para ir, mas não espere sair satisfeito do cinema. pelo menos não no quesito entendi tudo.

a sinopse: um professor de história descobre um sósia ao assistir a um filme de comédia inexpressivo. ele começa a perseguir o ator de filmes b e as histórias dos dois se cruzam rumo à catástrofe.

se for mesmo, preste atenção na fotografia amarela um pouco melancólica. e no cenário bastante urbanoide que lembra um cenário torturante [sensação reforçada pelas aranhas que aparecem o tempo todo no filme].

ói o trailer:

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