Encontrar pode ser sorte, mas desencontrar certamente é um dom! E eu o tenho muito bem aprimorado por sinal. Sou o cara mais desastrado que eu conheço: se lavo louça (sim, eu lavo louça lá em casa!), minha mãe já fica esperando um TRASH qualquer porque quase sempre eu quebro alguma coisa (da série "coisas que aprendi com meu pai"); se eu tenho de fotografar em alguma cidade que eu não conheço, acredite, eu vou me perder (por isso tenho saído mais cedo de casa em dias assim); se preciso me lembrar de algo, se eu não anoto, uma certeza: eu vou me esquecer.
Convivo bem com isso, afinal, eu tive vinte e três anos para me acostumar. É parte de mim e aceito isso numa boa.
O problema é quando isso é ampliado para algum relacionamento. É a tal da perda. Eu sei, eu sei, “a gente só perde para ganhar” e blábláblá. O mais difícil é lidar com a frustração, com a sensação de ter sido capado e de que alguém está balançando o pinto pendurado na sua frente (na minha frente, no caso). Creio que todo mundo passa por isso algum(ns) dia(s) na vida. Eu poderia dizer “normal”, mas prefiro o conceito de “comum”, me parece menos conformista.
A verdade é que um homem com pinto tem muita vantagem em relação a um capado. Não sei bem como transferir essa metáfora para as mulheres, talvez caiba algo como “uma mulher com clitóris tem muita vantagem em relação a uma gileticamente modificada” (humor negro numa hora dessas?!).
O fato é que a recuperação sempre vem. Ou nasce outro pinto, ou alguém gruda de volta o seu, ou se aprende a usar o dedo e a língua. Não quero parecer (mais) obsceno, mas a verdade é bastante nua nesta arte do desencontro. Não vou tentar mudar meus desencontros, mas quero descobrir as maravilhas que um desencontro pode proporcionar.
Não, eu não perdi meu pinto. Isto tudo é uma metáfora para o desencontro e... ah, quem tiver ouvidos, que leia!
ENCONTRO(1)
Dica muito boa do meu tio lá da Terrinha Lusitana: http://www.umafotopordia.blogspot.com/.
DESENCONTRO
Impossível achar “Na cama”, filme chileno muito recomendado ultimamente. Itu é uma desmaravilha neste sentido, tal qual todo o interior do Estado. Outra dificuldade é achar alguma livro do Fernando Sabino na única livraria da cidade. Eita, "mundão véio".
ENCONTRO(2)
Para quem não soube (ou melhor, para quem eu não telefonei ou escrevi contando), ontem o Estadão publicou uma foto que fiz do administrador da Fazenda São José (coincide e respectivamente, pai que eu tenho e lugar onde moro). A imagem saiu na capa do suplemento Agrícola, meu primeiro grande (graaaaande) freela. Foi esta daí abaixo.
Convivo bem com isso, afinal, eu tive vinte e três anos para me acostumar. É parte de mim e aceito isso numa boa.
O problema é quando isso é ampliado para algum relacionamento. É a tal da perda. Eu sei, eu sei, “a gente só perde para ganhar” e blábláblá. O mais difícil é lidar com a frustração, com a sensação de ter sido capado e de que alguém está balançando o pinto pendurado na sua frente (na minha frente, no caso). Creio que todo mundo passa por isso algum(ns) dia(s) na vida. Eu poderia dizer “normal”, mas prefiro o conceito de “comum”, me parece menos conformista.
A verdade é que um homem com pinto tem muita vantagem em relação a um capado. Não sei bem como transferir essa metáfora para as mulheres, talvez caiba algo como “uma mulher com clitóris tem muita vantagem em relação a uma gileticamente modificada” (humor negro numa hora dessas?!).
O fato é que a recuperação sempre vem. Ou nasce outro pinto, ou alguém gruda de volta o seu, ou se aprende a usar o dedo e a língua. Não quero parecer (mais) obsceno, mas a verdade é bastante nua nesta arte do desencontro. Não vou tentar mudar meus desencontros, mas quero descobrir as maravilhas que um desencontro pode proporcionar.
Não, eu não perdi meu pinto. Isto tudo é uma metáfora para o desencontro e... ah, quem tiver ouvidos, que leia!
ENCONTRO(1)
Dica muito boa do meu tio lá da Terrinha Lusitana: http://www.umafotopordia.blogspot.com/.
DESENCONTRO
Impossível achar “Na cama”, filme chileno muito recomendado ultimamente. Itu é uma desmaravilha neste sentido, tal qual todo o interior do Estado. Outra dificuldade é achar alguma livro do Fernando Sabino na única livraria da cidade. Eita, "mundão véio".
ENCONTRO(2)
Para quem não soube (ou melhor, para quem eu não telefonei ou escrevi contando), ontem o Estadão publicou uma foto que fiz do administrador da Fazenda São José (coincide e respectivamente, pai que eu tenho e lugar onde moro). A imagem saiu na capa do suplemento Agrícola, meu primeiro grande (graaaaande) freela. Foi esta daí abaixo.








